segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Espera!



Espera!
Não vás tão depressa…
Pára!
Também eu sinto esse sufoco e nem por isso corro tão depressa.
Será da velhice?
Do osso que, quando o coração bate forte, este grita e pede-me que pare por momentos, por só mais um instante que seja, por meros segundos, porque dói?
As lágrimas que correm fazem-me cócegas no rosto.
Infelizmente, já não sou criança e nem sorrio quando depois de me gritarem me dão um rebuçado para adoçar a “birra”.
Não corras tão depressa…
Espera mais um pouco, mas não pares para que seja a morte a abraçar-te!
Faz TU antes cócegas nas lágrimas sorrindo.
Não sei correr tão depressa como tu, mas ainda tenho forças para te abraçar.

17-10-08 08:47







[PS: Como é bom escrever assim, logo de manhãzinha... sentir a inspiração a vir connosco numa longa viagem em redor do mundo de minh'alma (: ]

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