
Poema escrito por mim aos 10 anos.
São mais que palavras! São mais que meros gestos! São momentos ralugnis, ou seja, Singulares…




[Imagem: Cátia Moniz, Modificação da imagem: Ricardo Sousa ]


Das margens de sonhos meus, onde o mar bate feroz e o sol ardentemente me queima a alma, tu és a brisa que apaga o fogo que a distância causa; a luz que me guia na encruzilhada desconhecida; a voz que ouço sem cessar quando a multidão se faz calar, quando aquele relógio ainda bate e usa as baladas para contar quantas foram as palavras em vão.
Tu…
Tu és aquele que ainda me faz adormecer enquanto minh’alma soluça por um pequeno abraço teu.
Agora resta-me pedir-te, mesmo estandes longe:
A próxima vez que partires despede-te,
Porque não sei até quando, das margens de sonhos meus, minha guitarra tocará
por
Ti…