Corre o ar.
Passa - me ao lado, não o respiro.
Levanto - me cedo para contemplar a aurora,
Mas o sol simplesmente não quer nascer nesse dia.
Já noite, venero a Lua,
Mas esta depressa se cobre de nuvens.
Procuro oásis, encontro desertos.
Secos, sufocantes, suplicantes...
Que me secam as veias e apoderam - se de tudo o que há em mim.
Procuro a chuva que me limpa e purifica
Mas nem a água é capaz de me libertar
deste quarto sem janelas
deste túnel encurralado
deste labirinto
deste deserto repleto de dunas.
Quem poderá ser a minha janela,
a minha luz no fundo do túnel,
a minha saída deste labirinto
ou o meu oásis?
Há alguém que me consiga ajudar?
domingo, 14 de dezembro de 2008
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2 comentários:
TU sabes que eu estarei sempre por aqui, mesmo que a lua se esconda e o sol nem chegue a nascer, eu por aqui andarei, eu contigo sempre estarei, minha maninha*
Gostei do poema!
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