domingo, 19 de outubro de 2008

Das margens de sonhos meus...

Das margens de sonhos meus, onde o mar bate feroz e o sol ardentemente me queima a alma, tu és a brisa que apaga o fogo que a distância causa; a luz que me guia na encruzilhada desconhecida; a voz que ouço sem cessar quando a multidão se faz calar, quando aquele relógio ainda bate e usa as baladas para contar quantas foram as palavras em vão.


Tu

Tu és aquele que ainda me faz adormecer enquanto minh’alma soluça por um pequeno abraço teu.

Agora resta-me pedir-te, mesmo estandes longe:



A próxima vez que partires despede-te,


Porque não sei até quando, das margens de sonhos meus, minha guitarra tocará

por

Ti

1 comentário:

Ti disse...

... sem palavras.... e "ralugnis" soa muito bem :)