Palhaço que és trapalhão
Que cais de rabo no chão
Que fazes rir até mais não.
E sempre a sorrir dás a mão.
Palhaço que és trapalhão,
Que pões o dedo na boca,
Vais buscar um balão
E do nariz fazes um narigão.
Palhaço que és trapalhão
Também gostaria de ser palhaço
Para ter graça e sucesso
Ao fazer as piadas
Ouvindo música dos Excesso.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Os teus olhos não me vêem
Vejo-te assim
A olhar para mim.
Nem sequer me vês...
Passas adiante,
De passo apressado,
Passas mesmo ao meu lado,
Mas ao mesmo tempo tão distante...
Fazes-me sofrer
Com esse teu ar de desdém.
Teus olhos olham para mim,
Mas não me vêem.
Os teus olhos não me vêem.
O teu coração está fechado,
completamente cedado
à minha presença.
Deve ser por isso,
Que quando olhas para mim,
Olhas-me com indiferença.
A olhar para mim.
Nem sequer me vês...
Passas adiante,
De passo apressado,
Passas mesmo ao meu lado,
Mas ao mesmo tempo tão distante...
Fazes-me sofrer
Com esse teu ar de desdém.
Teus olhos olham para mim,
Mas não me vêem.
Os teus olhos não me vêem.
O teu coração está fechado,
completamente cedado
à minha presença.
Deve ser por isso,
Que quando olhas para mim,
Olhas-me com indiferença.
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